sábado, 24 de outubro de 2009

Deviamos todos morrer um dia, antes da nossa morte

"As pessoas são como arco-íris, nós nunca nos entendemos nas sete cores. Se nos entendermos nas três ou quatro, já é muito bom"

"Tinha muito receio de dizer ás pessoas que gostava delas"

"Quando era médico, (...) passava pelos doentes como se não os visse."

"(...) eram a cama 13, 14 (...) as pessoas nem sequer tinham direito a ter um nome."

"(...) e o sofrimento passava-se a meu lado, sem que eu reparasse nele."

"Era demasiado novo para perceber o que havia de humanidade."

"O conhecer (pessoas) implica uma desilusão"

"As pessoas já sofrem tanto sozinhas, não precisam nada que as ajude."

António Lobo Antunes, na Grande Entrevista


mais que as palavras, o olhar. Impressionante

3 comentários:

Fábrica de Letras disse...

Nós somos a Fábrica de Letras.
Estamos a iniciar um projecto de blogagens colectivas.
Pretendemos que os bloguers portugueses possam interagir e dar-se a conhecer.
No dia 1 de cada mês, a Fábrica de Letras lançará um tema. Para participar basta escrever um texto sobre o tema proposto e inscrever-se no link que estará à disposição no blog, no dia 15 de cada mês.
Podem ser usados textos,poemas, contos, fotos ou vídeos. Participa, divulga!

Catarina Duarte disse...

Também vi a entreviste e adorei, aquele senhor tem qualquer coisa assim de especial!
Foi de ficar colada ao ecrã...


Beijos

Francesa disse...

Tb adorei...